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Há um momento que todo viajante conhece. Você acaba de desembarcar, está cansado e a primeira coisa que faz é descobrir como colocar o celular para funcionar.
Durante anos, isso significava procurar um quiosque de cartões SIM em algum lugar do saguão de desembarque, torcendo para que os funcionários falassem um pouco do seu idioma, e trocar o seu cartão SIM sem deixá-lo cair no chão do aeroporto.
Ainda há quem faça assim. Mas muitos viajantes deixaram de agir dessa forma, e, depois que você entende a diferença entre o eSIM e o SIM físico, é difícil voltar atrás.
Alguns viajantes ainda optam por um chip físico em determinadas situações. Ao longo deste blog, vamos explicar exatamente quando e por quê, para que, ao final, você saiba qual opção se adapta melhor ao seu estilo de viagem.
Um chip físico é aquele pequeno cartão que se insere no celular. Viajar para o exterior com um chip físico significa ou manter o chip do seu país e pagar tarifas de roaming, ou trocá-lo por um chip local comprado no destino.
O processo é conhecido pela maioria das pessoas, mas acrescenta etapas a cada viagem.
Um eSIM vem integrado diretamente no seu celular. Sem chip, sem compartimento, sem quiosque. Você o ativa por meio de um aplicativo antes de viajar e, ao chegar ao destino, o celular se conecta automaticamente a uma rede local.
A instalação leva apenas alguns minutos em casa e, depois disso, você nem precisa mais se preocupar com isso.
O que você precisa saber antes de mais nada: a maioria dos celulares fabricados a partir de 2018 é compatível com eSIM, e você pode verificar se o seu é compatível em menos de cinco minutos nas configurações. Além disso, seu celular precisará estar desbloqueado para usar qualquer SIM de viagem, seja físico ou digital.

Há situações em que um cartão SIM físico é a melhor opção. Se você for ficar em um país por um mês ou mais e precisar de um número de telefone local para aplicativos bancários, serviços de transporte ou qualquer outra coisa que exija verificação por SMS regional, um cartão local de uma operadora desse país pode ser prático para esse caso específico.
Mas eis o que mudou. Os viajantes de longa duração costumavam optar por cartões SIM físicos porque os planos apenas de dados pareciam muito limitados para estadias prolongadas. Isso já não é bem assim. Quando se compara as opções de SIM e eSIM para viagens de vários meses, a equação mudou consideravelmente.
Se você vai passar vários meses em vários países, uma assinatura de eSIM garante cobertura durante todo o período, sem a necessidade de trocar de cartão SIM.
O GigSky One, por exemplo, é uma assinatura mensal que mantém você conectado em mais de 120 países. Você escolhe a quantidade de dados que deseja por mês e, se esgotar esse limite, continua tendo acesso à internet a uma velocidade reduzida, para que nunca fique totalmente sem conexão.
Para viagens mais curtas ou itinerários que abrangem vários países, fica mais difícil justificar a aquisição de vários cartões SIM. Você precisaria de um novo cartão a cada fronteira, o que implica ir a quiosques nos aeroportos, passar por etapas de ativação e ficar sem conexão por um certo tempo.
O cartão SIM físico ainda tem uma função. Só que é mais limitada do que costumava ser.

Para quem viaja mais de uma ou duas vezes por ano, é difícil ignorar a diferença em termos de praticidade no debate entre eSIM e SIM.
Você adquire seu plano de eSIM antes de viajar. Configure-o em casa, usando o Wi-Fi, sem a pressão de prazos.
Ao pousar, seu celular se conecta a uma rede local sem que você precise mexer em nenhuma configuração. Isso faz toda a diferença quando você está com jet lag e só quer chegar ao seu alojamento.
É nas viagens por vários países que os eSIMs realmente se destacam. Com um chip físico, cada novo país geralmente significa ter que comprar um novo chip. Com o provedor de eSIM certo, um único plano cobre todo o seu itinerário.
No entanto, existem operadoras de eSIM que funcionam de maneiras diferentes umas das outras. Algumas são revendedoras que dependem de redes de terceiros, o que funciona bem nas grandes cidades, mas pode apresentar falhas em áreas rurais ou no mar.
Outras, como a GigSky, atuam como operadoras de rede móvel virtual, o que significa que gerenciam diretamente suas próprias conexões de rede e podem mudar automaticamente para a operadora com melhor sinal disponível, independentemente de onde você estiver.
Essa diferença costuma ser mais importante quando se está em algum lugar fora dos circuitos turísticos habituais.
A GigSky cobre mais de 200 países e é a única operadora de eSIM que também funciona a bordo de mais de 290 navios de cruzeiro, o que faz com que valha a pena conferir se você tiver uma viagem mais complexa pela frente.
Você pode testar o serviço antes de se comprometer com um plano pago, já que a GigSky oferece dados gratuitos em muitos destinos por meio do aplicativo, variando de 100 MB a 5 GB, dependendo de para onde você estiver indo.
É preciso ser justo. Os eSIMs não são perfeitos, e há algumas coisas que vale a pena saber antes de fazer a mudança.
Em primeiro lugar, a maioria dos planos de eSIM é apenas de dados. Você não receberá um número de telefone local. Para a maioria dos viajantes, isso não representa nenhum problema, já que o WhatsApp e o FaceTime funcionam bem para chamadas, mas se você precisar receber SMS de um banco local ou de um serviço que não ofereça formas alternativas de verificação, um chip físico é mais confiável para isso.
Em segundo lugar, a configuração pode, às vezes, ser confusa, dependendo da operadora do eSIM. Algumas operadoras enviam um código QR para o seu e-mail, o que parece ótimo até o e-mail não chegar ou você digitar o endereço errado.
Os provedores mais eficientes ativam tudo diretamente no próprio aplicativo, sem a necessidade de um código QR. Vale a pena verificar como o provedor que você escolheu lida com isso antes de se encontrar em um aeroporto sem conexão.
Isso é algo que as pessoas nem sempre levam em consideração antes de sua primeira viagem internacional com um eSIM.
O seu número residencial não desaparece. Ele permanece ativo, mas se você deixar sua linha de dados residencial ativa em um país estrangeiro, sua operadora cobrará tarifas de roaming.
A maioria dos viajantes simplesmente desativa os dados da sua linha doméstica quando está no exterior e usa o eSIM para acessar a internet. As chamadas e mensagens continuam chegando pelo WhatsApp ou FaceTime sem gerar cobranças adicionais.
A configuração de dois chips na maioria dos celulares modernos resolve isso de forma eficiente. O chip da sua operadora fica em modo de espera para dados, mas você ainda pode receber chamadas no seu número se precisar.

Uma das dúvidas mais comuns quando se compara o eSIM com o cartão SIM é a incerteza em relação à compatibilidade. E se não funcionar com o meu celular? E se não houver sinal? Com um cartão SIM físico, basta trocá-lo, mas com um eSIM parece que ficamos mais presos a ele.
A boa notícia é que fazer testes antes de viajar ficou mais fácil do que antes. A GigSky oferece dados gratuitos em muitos destinos, para que você possa verificar se o seu celular é compatível e se a conexão funciona antes de gastar qualquer coisa.
Baixe o aplicativo, pesquise seu destino e o aplicativo mostrará se há dados gratuitos disponíveis. Não é necessário cartão de crédito.
Se você possui um cartão Visa dos EUA, Canadá, América Latina ou Caribe, pode ter direito a ainda mais dados gratuitos: até 3 GB na maioria dos países participantes, ou 5 GB se tiver um cartão Visa Infinite. Você pode verificar se está qualificado diretamente no aplicativo GigSky, na seção “Ofertas e Benefícios”.
Algumas coisas que vale a pena ter em mente ao tomar sua decisão:
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